(Déborah A.)
29/05/2012
Pequena nota sobre fins:
24/05/2012
Bloqueio, nunca!
Ruim é a sensação de estação que nunca passa.
De sol que nunca se põe.
De dia ruim que nunca termina.
De solidão que nunca tem companhia.
De choro que nunca tem motivo.
Ruim é nunca.
Ruim mesmo é gente que diante de toda má circunstância,
nunca muda, nunca cresce, nunca aprende!
Ruim é fazer parte da vida de gente assim.
Não quero NUNCA!
(Déborah Arruda)
18/05/2012
09/05/2012
Tornar Ser.
A gente muda porque aprende a sair do casulo, feito borboleta pronta pra mostrar a cor e abrir as asas. E aprende a dinâmica do ciclo: parecer, crescer, ser. Inauguramos roteiros inéditos na alma que escolhemos usar. Sejamos mil planos, sorriso largo, chuva repentina, novidade do dia. Sejamos prece, festa. Sejamos o que cabe no exato espaço da plena alegria. Alegria infinita, densa, interminável por aquilo que a gente conseguiu se tornar!
(Déborah A.)
* (Texto que expressa perfeitamente o que desejo pra mim, como aniversariante do dia de amanhã (ok, estratégia pra receber parabéns, risos), pra nós! Estou feliz por ter chegado até aqui, e por ter conseguido me tornar exatamente aquilo que sou hoje, depois de todos os percalços que a gente enfrenta na tragetória da vida. Sejamos isso e o que mais pudermos. Sejamos felizes, inteiros. Sejamos simples, sejamos mente. Sejamos, simplesmente.)
"Vamos viver tudo o que há pra viver, vamos nos permitir."
É o que vinga!
25/04/2012
Farpas do arame.
Quando amanhecer, diga que virá
Voltaremos ao começo, o sol surgirá.
E ao final da tarde, molhar os pés numa onda turva
Cegar a visão, afundar o chão
E abandonar a tristeza na próxima curva.
E os "humanos", quão desumanos!
Ao mesmo tempo sofredores e tiranos
E a tormenta, só aumenta
Afogando uns aos outros em dor
Sua sentença final, desaguar em desamor.
A oração tão crente,
Não tem valor ao coração de quem mente.
A voz do verso que vos libertará
Fortalecida será
Por toda certeza que se perderá.
Pareceremos! Padeceremos! Seremos?
A sensibilidade da insensatez
A morte do mundo de vocês
A guerra dos mundos
E os mortos ao chão!
Se amanhecer
E a aliança desaparecer
Morreremos em busca de paz
Seguindo os segundos finais
Hay que endurecerse pero sin perder la ternura jamás!
(Déborah A.)
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