31 de jan de 2013

PRA QUANDO VOLTARES.

Te encontro nos cigarros que não fumo
Nas brechas de perder o rumo
Na brevidade de um instante instável
Entre os abismos dessa distância interminável.


Tendo os braços que deixei nos caminhos da tua estrada
Que se debatem incontidos a questionar tua demora
Aonde será que você está agora?

No sopro desse sentir inquietado
Te peço que me salve do dilema
De ter o eco do peito abafado
Amor,
Apenas guarda a minha voz dentro do teu poema.


2 comentários:

  1. A gente tenta mesmo encontrar espaço na vida dos outros, mas por vezes, e por conta do destino, isso escapa das nossas mãos.

    Beijo, Dé!

    Visita lá meu novo blog (http://ape-trechos.blogspot.com.br/)

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  2. É, não resta mais nada.
    E nos restos que ficaram, só resta mesmo voltar.

    Beijo na alma,
    Sam.

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À você, um sorriso capaz de derreter o mais frio dos corações.