7 de fev de 2013

OCO.

Cheguei à uma ilha deserta, povoada por um céu aberto de possibilidades incompletas. E eis que fez-se a vida, na plenitude de suas expressões ininteligíveis e deu forma à fertilidade do terreno de existir.
Mundo, sem nós é um eterno pode ser. Apenas um ensaio. Apenas um se guardado em potes de casualidades. No uníssono de sua imensidão, somos o tom de uma interminável canção.
O mundo sem nós é oco [...]

(Contribuição para a Corrente Literária)

8 comentários:

  1. Nesta tarde não sou, aliás, sou oco...

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  2. é que todo vão é ainda sim um preenchimento... de vazio.

    beijo na alma,
    Sam.

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  3. Para o melhor e para o pior, somos nós a moldar, a dar cores ou a tira-las desse mundo...

    beijos

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  4. Já pode dizer que meu coração acelerou ao ler seu texto?! Cada palavra perfeitamente escolhida e colocada.

    Caso não seja muita invasão, ainda ouso dizer que teu sorriso ao lado direito da tela me fez sorrir também.

    Boa tarde a ti.

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À você, um sorriso capaz de derreter o mais frio dos corações.