16 de fev de 2014


Rindo de frágeis promessas
Do que não compensa
Coração regressa.

Nenhuma rima pra salvar
O que feneceu
Nesse poema
Agora
Só cabe eu.

5 comentários:

  1. De quando a volta é uma espera incabível, pra essas desesperanças, também só eu me basto.

    Lindo Déborah.

    Beijo na alma,
    Sam.

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  2. A poesia nos abriga
    enquanto nos (des)acontecemos no mundo.

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À você, um sorriso capaz de derreter o mais frio dos corações.