26 de abr de 2015

ZÊNITE.



 
Uma ode ao esquecimento
Eternizado
Em roteiros de silêncio
Que me matam um pouco mais
Nessas manhãs em que te invento.

5 comentários:

  1. Tu és tão bonitinha... E uso tal elogio no diminutivo, para tentar salientar ainda mais a sua delicadeza arrebatadora. <3

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  2. Pôs o dedo na ferida e transcreveu o que sinto ):

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  3. Inventar é uma forma procrastinar a loucura. Se não fossem as invenções, prevaleceriam os atos desvairados e as ressacas de domingo.

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  4. ponho-me triste à mesa de um café que não nos sirvo
    a faca, mero enfeite ante a ideia de anular-me
    numa manhã qualquer em que me inverno.

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À você, um sorriso capaz de derreter o mais frio dos corações.