30 de mai de 2015

PARA TÃO CURTO AMOR, TÃO LONGO ESQUECIMENTO.*

A luz do sol
Diz sobre o dia

Teus olhos
A vida
No peito amargo
Que se abria

Tua boca
Não traz
As palavras
Que eu queria.

*Que me perdoe Camões pela infelicidade parafrástica.

4 comentários:

  1. Nunca traz o que queremos, temos que aprender a lidar com isso. Beijo

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  2. O último verso oculta meu fado... Nunca serão as palavras que quero.

    Te abraço então.

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  3. a luz do sol sopra-nos a memórias da noites das bocas coladas.

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À você, um sorriso capaz de derreter o mais frio dos corações.